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Veja quem ganhou um iPhone X no Dia das Mães SP-PREVCOM

16/05/2018

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Foto: Arte SP-PREVCOM

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A servidora Marina Bitancourt Sapienza, da Secretaria de Administração Penitenciária, venceu o Concurso Cultural “O dia em que a minha mãe foi super” e vai levar para casa um iPhone X e um kit exclusivo da SP-PREVCOM. 

Na campanha, o participante da fundação deveria nos contar um momento em que sua mãe foi super.  Marina enviou a resposta mais criativa (confira abaixo):  

"Sem dúvida nenhuma, o dia em que mais admirei minha mãe foi há 9 anos. Numa noite comum, ela reuniu minha irmã e eu e disse que tinha algo para nos consultar. Foi então que ela perguntou o que a gente achava de ela adotar duas crianças! Nós ficamos confusas mas, de pronto, respondemos que estávamos com ela para o que der e vier! Foi então que, pouco tempo depois, meus irmãos Ivan e Bruna, irmãos biológicos, vieram para a nossa família. Eu a celebro pois sei que ela mudou a vida deles para sempre, com muito amor e doação. Foi o gesto mais lindo que já vi na vida!"

 Os critérios utilizados para a escolha da resposta vencedora foram: veracidade (história real), adequação ao tema, criatividade, ineditismo e ortografia (nesta ordem).    

O concurso, exclusivo para participantes da fundação, foi realizado em comemoração ao Dia das Mães.  

Os autores das respostas que ficaram em 2ª, 3ª, 4ª, e 5ª posições no ranking também vão receber um kit contendo ecobag, um par de canecas, bloco de anotação e caderno SPPREVCOM.  

Veja:    

2º lugar  

"Cercado de medo e aflição com a reação que minha mãe viesse a ter, contei a ela que estava amando alguém do mesmo sexo. Para minha alegria e surpresa, ela com toda sua doçura disse: "sei que é difícil e que você precisa ser forte para enfrentar as dificuldades, mas nunca esqueça que sua mãe está aqui. Vá ser feliz meu filho, porque você merece. Eu te amo". A paz, a felicidade e a emoção tomaram conta. O amor de mãe e filho que se iniciou na gestação mostrou sua força contagiando nossos corações." Willian Cristiano Bertini (Centro Paula Souza).

3º lugar   

"A minha mãe foi super numa tarde em que estávamos com ela na caminhonete chegando em casa. Quando ela foi parar em frente à casa, o freio falhou e ela não conseguia parar. Então ela começou a gritar para pularmos do carro em movimento. Ela abriu a porta do nosso lado e nos empurrou para fora para nos salvar. A caminhonete continuou a descer desenfreada e ia para avenida quando ela conseguiu jogá-la em um terreno baldio. Desta forma, ela nos salvou, salvou outras pessoas pois, com certeza, se chocaria na avenida com outros carros ou bateria em alguma casa." Jussara Aguiar (Universidade Estadual de Campinas).

4º lugar  

"Faço aniversário em dezembro e quando fiz 8 anos ela chegou em casa com uma bicicleta. Era de segunda mão, com uma rodinha só, com itens para arrumar, mas não me importei: eu amei! Hoje eu me lembro da cena: ela abrindo o portão de casa, com a bicicleta, e fico grata e orgulhosa. Principalmente, porque ela trouxe no ônibus que pegava todos os dias para voltar do trabalho para casa: do Parque Dom Pedro II até Guaianases, onde morávamos. Minha mãe sempre foi uma supermãe, mulher e guerreira!" Luciana Maria Silva Serrano (Universidade de São Paulo).

5º lugar

"Se existe uma mãe que é super é a minha: dona Lidia. Quando eu estudava para concursos, estava quebrado e tinha um Fusquinha 1983 a álcool, que vivia dando problema. Certa vez, o Fusca quebrou o famigerado cabo do acelerador e eu não tinha dinheiro pra chamar o guincho. Chamei a supermãe. E, por inciativa dela, ela foi sentada praticamente dentro do motor do Fusca empurrando o mecanismo de acelerar e fazendo as vezes do cabo quebrado, conseguindo assim chegar ao mecânico. Ela no motor e eu dando direção, com as pessoas na rua olhando. Foi épico é hilário! Foi coisa de supermãe." Jean Marcell Chella Rodrigues (Secretaria da Fazenda).